29 de set. de 2011

Minhocário - vc pode ter um!

O que é um minhocário doméstico?

É um sistema de reciclagem do lixo orgânico caseiro, com minhocas transformando restos de alimento em adubo

Gabriela Portilho /Revista Mundo Estranho – 08/2009

Esse processo - chamado de vermicompostagem - rola dentro de caixas plásticas cheias de terra, onde as "operárias" mandam ver nas sobras de rango, digerindo esse material e gerando um húmus superfértil no lugar. Para ter uma idéia do potencial ecológico dos minhocários, dados do Ministério da Agricultura revelam que, diariamente, o Brasil produz cerca de 144 mil toneladas de lixo orgânico, o que corresponde a 60% do lixo urbano. Essa sujeira toda acaba indo para aterros e lixões, onde, muitas vezes, acaba poluindo os lençóis freáticos, entre outras mazelas. Se esse material entrasse na dieta das minhocas domésticas, por dia teríamos nada menos que 86 mil toneladas fresquinhas de húmus!

VEJA QUADRO: Como as operárias da terra transformam lixo orgânico em aduboVEJA QUADRO: Como as operárias da terra transformam lixo orgânico em adubo

Consultoria:
Morada da FlorestaProjeto Minhocasa  (essas empresas vendem o minhocário completo)

Veja também:
Qual é a utilidade das minhocas?  Lixo como adubo natural

 

Vc pode tern a sua casa ou apartamento – veja minhocário urbano, a partir de R$ 50,00 (sem muito designer) ou a partir de R$ 100,00 (com mais estilo e praticidade) veja em:

 

http://cadicominhocas.blogspot.com/search/label/minhoc%C3%A1rio

 

Se vc separar e encaminhar o lixo reciclável e tiver um minhocário vc estará produzindo quase zero de lixo por dia e ainda por cima estará aumentando a renda de várias pessoas e mesmo do Brasil. Vc pode ter ainda uma mini horta orgânica e se deliciar com os sabores e a saúde dos alimentos plantados por vc – pense nisso!

 

 

 

 

Audiência pública faz convocações para debater assuntos para Copa de 2014

Postado em Economia e Política em 28/09/2011 às 19h00

por Redação EcoD

  
Um dos assuntos debatidos será o Estatuto do Torcedor/Foto: minplanpac

A Comissão de Constituição e Justiça da Casa realizou uma audiência pública nesta quarta-feira, 28 de setembro, para convocar o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira; o ministro dos Esportes, Orlando Silva; a relatora especial da Organização das Nações Unidas para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik; o coordenador do Grupo de Trabalho Copa do Mundo Fifa 2014, Athayde Costa; e o responsável pela Câmara de Infraestrutura para a Copa do Mundo, Guilherme Ramalho.

As convocações visam debater regras e responsabilidades na organização da Copa de 2014 para as medidas consideradas polêmicas. Segundo o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), autor do requerimento de realização da audiência, além do Estatuto do Torcedor, as restrições à circulação nas vias de acesso aos locais dos jogos e as punições previstas para a utilização dos símbolos no Mundial são assuntos a serem debatidos.

O projeto fere a soberania brasileira porque institui uma série de proibições que não têm respaldo na Constituição. “É o maior acinte à soberania nacional e à cultura brasileira de que eu já tive conhecimento”, comentou Rodrigues.

As convocações foram aprovadas na mesma sessão. Ainda não há data marcada para a próxima audiência, que poderá ser realizada conjuntamente com a Comissão de Fiscalização e Controle do Senado – onde o requerimento também foi apresentado.

 

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27 de set. de 2011

São Paulo ganha nova ciclovia que liga o metrô à USP

 

A cidade de São Paulo ganha um novo sistema viário para bicicletas no Dia Mundial Sem Carro. O novo trajeto, que será feito por uma ciclorrota e uma ciclovia, ligará a Estação Butantã da Linha 4 - Amarela do metrô ao portão principal da Universidade de São Paulo (USP), na zona oeste. Juntas elas terão 840 metros de extensão.

Além do sistema viário, será implantado um novo bicicletário na Estação Butantã, que será batizado de Antonio Bertolucci, em homenagem ao ciclista que faleceu em junho deste ano após ser atropelado por um ônibus na zona oeste. O bicicletário será equipado com 54 vagas e contará com dez bicicletas para empréstimo.

A unidade vai funcionar das 6h às 22h e será operada pelo Instituto Parada Vital, que já faz esse serviço em outras estações do Metrô. Além disso, o bicicletário terá uma parceria com o Pedalusp, sistema de empréstimo de bicicletas já existente na universidade.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, o primeiro trecho, é composto de uma ciclorrota em ruas calmas e pouco movimentadas, como a que já foi implementada na zona sul, onde carros, motos e bicicletas dividem o mesmo espaço físico. A única diferença de uma via normal é a sinalização, que lembra os motoristas a preferência das bikes.

Depois da ciclorrota, o trajeto chega a uma ciclovia, localizada no canteiro central da Avenida Afrânio Peixoto, que acaba na entrada principal da universidade. "É um caminho calmo, e com a ciclovia no canteiro vai facilitar a pior parte do caminho, que é essa avenida", comemorou o jardineiro José Batista, de 48 anos, que faz esse mesmo caminho diariamente há mais de 20 anos. "Tomara que o movimento de bicicletas aumente” declarou ele ao jornal.

Além da implantação do novo trecho de ciclorrota – ciclovia, também será inaugurada uma ampliação da faixa reversível de ônibus da Radial Leste e a Prefeitura vai restringir o trânsito de caminhões e veículos de fretamento na avenida entre a Avenida Aricanduva e a Rua da Figueira.

 

 

 

 

 

 

23 de set. de 2011

FW: FW: Desabafo (Excelente)

"Na fila do supermercado o caixa diz a uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: “Não havia essa onda verde no meu tempo.”

O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com  nosso meio ambiente. "

"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.

Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.

Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só  uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

 

 

 

 


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7 de set. de 2011

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